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A CBS e o IBS nas notas fiscais eletrônicas em 2026 exigem atenção das empresas. Afinal, esse será o primeiro ano de testes dos novos tributos sobre o consumo.

A mudança faz parte da Reforma Tributária. Além disso, altera a forma como as informações fiscais aparecem nos documentos eletrônicos.

Na prática, as empresas precisarão destacar a CBS e o IBS nas notas fiscais eletrônicas. Essa obrigação vale conforme as regras e os leiautes definidos em notas técnicas específicas de cada documento fiscal. A Receita Federal orienta que essa exigência começa em 1º de janeiro de 2026.

Por isso, 2026 não deve ser visto apenas como um ano de adaptação distante. Pelo contrário, ele representa o início da operacionalização prática da Reforma Tributária.

Nesse contexto, empresas de serviços, comércio, indústria, construção civil e transporte precisam revisar seus sistemas. Também devem ajustar cadastros, parametrizações fiscais, processos de emissão e rotinas contábeis.

A GWS Contabilidade acompanha esse cenário para orientar empresas com segurança. Assim, é possível reduzir erros fiscais e preparar a gestão para o novo modelo tributário.

O que são CBS e IBS

A CBS é a Contribuição sobre Bens e Serviços. Já o IBS é o Imposto sobre Bens e Serviços.

Esses tributos foram criados no contexto da Reforma Tributária do consumo. Além disso, foram regulamentados pela Lei Complementar nº 214/2025.

A CBS será de competência federal. Por outro lado, o IBS será compartilhado entre estados, Distrito Federal e municípios.

Na prática, a CBS substituirá tributos federais sobre o consumo. Já o IBS substituirá tributos estaduais e municipais, conforme as regras de transição.

Por isso, as notas fiscais eletrônicas terão papel central nesse processo. Afinal, os documentos fiscais serão a base para registrar operações, destacar tributos e alimentar os sistemas de apuração.

Por que CBS e IBS aparecem nas notas fiscais em 2026

Em 2026, começa a fase de testes da CBS e do IBS. Nesse período, as empresas deverão informar os novos tributos nos documentos fiscais eletrônicos.

Esse destaque tem finalidade principalmente informativa no ano-teste. Portanto, ele serve para validar sistemas, leiautes, integrações e processos fiscais.

Além disso, o destaque permite que empresas, contabilidades, Receita Federal e Comitê Gestor do IBS testem os fluxos de informação. Dessa forma, o país se prepara para a implementação gradual do novo modelo.

Segundo orientação conjunta da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS, os contribuintes deverão emitir documentos fiscais eletrônicos com destaque da CBS e do IBS, individualizados por operação. Essa emissão deve seguir as regras e leiautes de notas técnicas específicas.

Assim, o ano de 2026 será importante para ajustes. Logo, as empresas que deixarem a adaptação para depois podem enfrentar retrabalho, inconsistências e dificuldades operacionais.

A obrigação vale para quais documentos fiscais eletrônicos

A obrigação atinge os documentos fiscais eletrônicos usados nas operações das empresas. Entre eles, estão NF-e, NFC-e, CT-e e NFS-e, conforme as regras aplicáveis a cada documento.

Além disso, outros documentos fiscais eletrônicos também podem ter campos vinculados à CBS e ao IBS. Por isso, a empresa deve acompanhar as notas técnicas de seu setor.

A orientação oficial informa que os principais documentos fiscais eletrônicos deverão ser emitidos com destaque da CBS e do IBS a partir de 2026. Isso inclui documentos como NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e, NF3e e BP-e, entre outros, conforme as notas técnicas publicadas.

Portanto, a empresa não deve analisar apenas a nota fiscal de venda. Também é necessário observar serviços, transporte, energia, bilhetes eletrônicos e demais documentos usados na operação.

Essa análise deve ser feita com apoio contábil. Afinal, cada tipo de documento pode ter regras próprias de preenchimento.

O que muda na NF-e em 2026

A NF-e passa a ter campos relacionados à CBS e ao IBS. Dessa forma, o documento fiscal eletrônico deverá refletir os novos tributos.

Essa mudança exige atualização do sistema emissor. Além disso, exige parametrização correta dos produtos, operações e regras fiscais.

Na prática, a empresa deverá verificar se o ERP está preparado para preencher os novos campos. Também deve validar se o emissor de NF-e está compatível com as versões exigidas.

Outro ponto importante é a revisão dos cadastros fiscais. Afinal, códigos, classificações, naturezas de operação e dados tributários influenciam diretamente a emissão da nota.

Portanto, a NF-e em 2026 não será apenas um documento de venda. Ela também será uma ferramenta de teste para a nova tributação sobre o consumo.

O que muda na NFC-e em 2026

A NFC-e também será impactada pela Reforma Tributária. Isso ocorre porque operações de venda ao consumidor podem exigir informações relacionadas à CBS e ao IBS.

Por isso, empresas varejistas devem revisar seus sistemas de frente de caixa. Além disso, devem verificar se o software de emissão está atualizado.

A atenção deve ser ainda maior em negócios com alto volume de vendas. Afinal, pequenos erros de parametrização podem se repetir em milhares de documentos.

Como resultado, a empresa pode acumular inconsistências fiscais. Também pode ter dificuldade para corrigir informações depois da emissão.

Portanto, supermercados, lojas, farmácias, restaurantes e outros varejistas precisam se preparar. Nesse processo, a integração entre sistema de venda, ERP e contabilidade será essencial.

O que muda na NFS-e em 2026

A NFS-e também terá papel importante na Reforma Tributária. Afinal, empresas prestadoras de serviços deverão observar os campos e leiautes aplicáveis à CBS e ao IBS.

Em 2026, a sistemática atual de arrecadação do ISS não é automaticamente substituída. No entanto, a NFS-e passa a receber campos relacionados aos novos tributos, conforme as regras aplicáveis. A Prefeitura de São Paulo, por exemplo, informou que a NFS-e poderá apresentar campos adicionais para IBS e CBS a partir de 1º de janeiro de 2026.

Por isso, prestadores de serviços devem acompanhar as regras nacionais e municipais. Além disso, devem validar o funcionamento do sistema utilizado para emitir notas.

Esse cuidado é necessário porque muitos municípios usam sistemas próprios. Já outros seguem padrões integrados ao ambiente nacional da NFS-e.

Assim, empresas prestadoras de serviços precisam alinhar três pontos. Primeiro, o sistema de emissão. Depois, os dados fiscais da operação. Por fim, a escrituração contábil e tributária.

CBS e IBS alteram o total da nota fiscal em 2026?

Em 2026, o destaque da CBS e do IBS tem caráter de teste e adaptação. Portanto, a empresa deve observar as normas aplicáveis antes de tratar esses valores como recolhimento financeiro definitivo.

As orientações oficiais indicam que, no início da transição, os valores destacados de IBS e CBS não devem compor o total da operação nas notas fiscais, no contexto do destaque informativo de 2026.

Mesmo assim, isso não reduz a importância do preenchimento. Pelo contrário, o destaque correto será essencial para validar os sistemas e evitar inconsistências.

Além disso, as empresas devem cumprir as obrigações acessórias previstas. Caso contrário, poderão ter problemas no processo de adaptação.

Por isso, o fato de 2026 ser um ano de teste não significa ausência de responsabilidade. Na verdade, significa que a empresa terá uma janela para ajustar seus processos com mais segurança.

Qual será a alíquota da CBS e do IBS em 2026

Em 2026, a CBS terá alíquota de teste de 0,9%. Já o IBS terá alíquota de teste de 0,1%.

Essas alíquotas servem para simular a nova apuração. Além disso, ajudam a validar os sistemas fiscais e os documentos eletrônicos.

Porém, a empresa deve ter cuidado com a interpretação desses percentuais. Afinal, o ano de 2026 faz parte do período de transição.

Portanto, o foco principal não será apenas calcular o valor. Também será necessário preencher corretamente os campos, validar documentos e acompanhar as orientações técnicas.

Além disso, o contribuinte que cumprir as obrigações acessórias previstas poderá ficar dispensado do recolhimento desses valores no período de teste, conforme orientação da Receita Federal.

Dessa forma, a empresa deve unir tecnologia, contabilidade e gestão. Assim, evita erros no início da Reforma Tributária.

Por que o preenchimento correto será tão importante

O preenchimento correto da CBS e do IBS nas notas fiscais eletrônicas será essencial para a empresa.

Primeiro, porque os documentos fiscais alimentam a escrituração. Depois, porque esses dados podem impactar relatórios, apurações e controles internos.

Além disso, informações erradas podem gerar inconsistências em cadeia. Um cadastro incorreto pode afetar a nota fiscal. Em seguida, pode comprometer a escrituração. Por fim, pode prejudicar a análise contábil.

Por isso, a empresa precisa revisar suas rotinas antes da emissão. Essa revisão deve envolver cadastros, produtos, serviços, CFOP, naturezas de operação e regras fiscais.

Também é importante testar os documentos antes do uso definitivo. Assim, a equipe identifica falhas com antecedência.

Na prática, o preenchimento correto evita retrabalho. Além disso, melhora a qualidade dos dados usados pela gestão.

Principais riscos para empresas que não se adaptarem

Empresas que não se adaptarem podem enfrentar vários problemas. O primeiro risco é a emissão incorreta de notas fiscais.

Além disso, podem surgir falhas na escrituração contábil e fiscal. Como resultado, a empresa pode ter dificuldades para cumprir obrigações acessórias.

Outro risco envolve os créditos tributários. Com dados incorretos, a empresa pode perder oportunidades de aproveitamento. Também pode registrar informações de forma indevida.

Há ainda risco operacional. Afinal, sistemas desatualizados podem travar emissões, gerar rejeições ou dificultar o faturamento.

Por isso, a adaptação deve começar antes de o problema aparecer. Dessa forma, a empresa reduz riscos e mantém a rotina fiscal funcionando.

Impactos da CBS e do IBS nos sistemas fiscais

A CBS e o IBS exigem mudanças nos sistemas fiscais. Essas mudanças não se limitam ao campo da nota fiscal.

Na verdade, elas envolvem toda a cadeia de informações da empresa. Isso inclui cadastro, venda, compra, estoque, faturamento, financeiro e contabilidade.

Por isso, o ERP precisa estar integrado ao emissor fiscal. Além disso, o sistema contábil precisa receber dados consistentes.

Quando essa integração não existe, o risco aumenta. Afinal, a equipe pode precisar fazer ajustes manuais. Como consequência, erros se tornam mais frequentes.

Portanto, a empresa deve revisar seus sistemas com antecedência. Também deve conversar com o fornecedor do software para confirmar as atualizações necessárias.

Revisão dos cadastros fiscais

A revisão dos cadastros fiscais será uma das etapas mais importantes.

Produtos e serviços precisam estar classificados corretamente. Além disso, clientes, fornecedores e operações devem ter dados atualizados.

Essa revisão evita erros no preenchimento da nota. Também reduz falhas na apuração e na escrituração.

Na prática, a empresa deve verificar descrições, códigos, classificações, tributação e vínculos fiscais. Além disso, deve conferir se o sistema usa informações antigas ou incompletas.

Empresas com muitos itens devem ter atenção redobrada. Afinal, um cadastro desorganizado pode gerar erros em grande escala.

Por isso, revisar cadastros em 2026 será uma medida preventiva. Além disso, será uma forma de melhorar a gestão fiscal da empresa.

Parametrização do ERP

O ERP será uma peça central na emissão de notas fiscais com CBS e IBS.

Por isso, a parametrização precisa ser feita com cuidado. O sistema deve saber quais campos preencher, quais regras aplicar e quais informações enviar.

Além disso, o ERP deve conversar corretamente com o emissor fiscal. Também deve enviar dados consistentes para a contabilidade.

Quando a parametrização é feita sem análise, o risco é alto. Afinal, o sistema pode repetir o mesmo erro em todas as notas.

Portanto, a empresa deve testar cenários antes de emitir documentos em grande volume. Também deve validar vendas, devoluções, serviços, bonificações e outras operações.

Dessa forma, a empresa identifica falhas antes que elas afetem a rotina fiscal.

Integração entre nota fiscal, contabilidade e financeiro

A Reforma Tributária exige integração entre áreas. Isso ocorre porque a nota fiscal não é um documento isolado.

Ela impacta o financeiro, o estoque, a contabilidade e a gestão tributária. Por isso, todos os setores precisam trabalhar com informações alinhadas.

Quando a nota fiscal é emitida com erro, o problema pode chegar ao contas a receber. Também pode afetar a conciliação financeira e a escrituração contábil.

Além disso, os dados da nota influenciam relatórios gerenciais. Portanto, informações incorretas podem prejudicar decisões estratégicas.

Assim, a empresa deve criar uma rotina de conferência. Essa rotina deve envolver emissão, escrituração e análise contábil.

Com esse processo, a empresa ganha segurança. Além disso, reduz retrabalho e melhora a qualidade das informações.

CBS e IBS e o controle de créditos

O controle de créditos será um tema relevante na Reforma Tributária.

A nova lógica busca ampliar a não cumulatividade. Por isso, os dados das operações serão importantes para controlar créditos e débitos.

As notas fiscais eletrônicas terão papel fundamental nesse processo. Afinal, elas registram compras, vendas, serviços e demais operações da empresa.

Se a nota fiscal for preenchida de forma incorreta, o crédito pode ser comprometido. Além disso, a empresa pode ter dificuldade para comprovar informações.

Por isso, o controle de créditos deve começar na emissão e no recebimento dos documentos fiscais.

A empresa também precisa revisar notas de entrada. Afinal, erros de fornecedores podem afetar seus registros.

Dessa forma, a contabilidade deve acompanhar não apenas as notas emitidas. Também deve analisar documentos recebidos, compras e serviços contratados.

Para entender melhor esse ponto, leia também IVA Dual com CBS e IBS Exige Atenção da Contabilidade.

Impactos na precificação da empresa

A CBS e o IBS também podem impactar a formação de preços.

Em 2026, a fase será de teste. No entanto, os dados gerados já ajudam a empresa a entender impactos futuros.

Por isso, a precificação deve ser revisada com atenção. Afinal, mudanças tributárias podem afetar margens, custos e competitividade.

Além disso, contratos de longo prazo devem ser avaliados. Isso é ainda mais importante em empresas que vendem serviços continuados ou produtos com grande cadeia de fornecimento.

Na prática, a empresa deve simular cenários. Também deve avaliar como créditos, débitos e regras de transição podem afetar o resultado.

Assim, a gestão evita decisões baseadas apenas no modelo antigo. Além disso, consegue se preparar para uma estrutura tributária diferente.

Atenção especial para a construção civil

A construção civil deve acompanhar a CBS e o IBS com atenção especial.

Esse setor costuma ter contratos longos, custos variados e grande volume de fornecedores. Além disso, a margem de uma obra pode ser afetada por erros de cálculo.

Por isso, a nota fiscal eletrônica será importante para acompanhar custos, compras, serviços e tributos.

A empresa da construção civil precisa entender como os novos campos aparecem nos documentos. Também deve avaliar como os dados fiscais influenciam o custo real da obra.

Além disso, é importante revisar contratos e orçamentos. Afinal, a transição tributária pode exigir ajustes na análise de rentabilidade.

Nesse contexto, vale conferir o conteúdo Como Calcular o Custo Real de uma Obra para Não ter Prejuízo.

Empresas do Simples Nacional precisam informar CBS e IBS?

Empresas do Simples Nacional também devem acompanhar a Reforma Tributária.

Mesmo que o regime continue existindo, as operações podem ser impactadas por exigências documentais. Além disso, clientes de outros regimes podem avaliar créditos e informações fiscais.

Por isso, empresas do Simples Nacional não devem ignorar a CBS e o IBS. Pelo contrário, devem conversar com a contabilidade e com o fornecedor do sistema.

A atenção deve ser maior quando a empresa vende para clientes do Lucro Real ou do Lucro Presumido. Afinal, as informações fiscais podem influenciar negociações e competitividade.

Além disso, o correto preenchimento dos documentos evita inconsistências. Também melhora a relação com clientes que exigem dados fiscais completos.

Portanto, a adaptação não é exclusiva de grandes empresas. Ela também alcança pequenos negócios que emitem documentos fiscais eletrônicos.

Empresas prestadoras de serviços devem se preparar

As prestadoras de serviços terão desafios próprios.

Isso ocorre porque a NFS-e pode variar conforme o município e o padrão utilizado. Além disso, os sistemas de emissão nem sempre são integrados ao ERP da empresa.

Por isso, será necessário acompanhar as orientações do município e do ambiente nacional. Também será importante validar se os campos de CBS e IBS estão disponíveis.

Empresas de consultoria, tecnologia, saúde, engenharia, manutenção e serviços profissionais devem se preparar.

Afinal, qualquer erro na emissão pode afetar a escrituração e o relacionamento com clientes.

Além disso, empresas que prestam serviços para outras pessoas jurídicas podem ser mais cobradas por informações fiscais corretas.

Portanto, o processo deve ser organizado com antecedência. Assim, a empresa evita falhas na emissão e mantém a operação regular.

Comércio e varejo devem revisar o frente de caixa

O comércio e o varejo precisam olhar com cuidado para o frente de caixa.

Afinal, muitas operações são emitidas em grande volume. Além disso, a NFC-e costuma ser gerada de forma rápida e automática.

Por isso, a parametrização do sistema deve estar correta antes da emissão em massa.

Se o cadastro estiver errado, o problema pode se repetir em diversas vendas. Como resultado, a correção pode ser trabalhosa.

Além disso, lojas com múltiplas unidades devem padronizar procedimentos. Também devem garantir que todos os caixas estejam atualizados.

A empresa deve testar vendas, cancelamentos, devoluções e descontos. Dessa forma, identifica falhas em situações comuns do dia a dia.

Assim, o varejo reduz riscos e mantém a emissão de documentos fiscais com segurança.

Indústria e comércio atacadista

Indústrias e atacadistas também precisam revisar seus processos.

Essas empresas costumam ter operações mais complexas. Além disso, trabalham com compras, vendas, devoluções, remessas, industrialização e transferências.

Por isso, a parametrização fiscal deve considerar diferentes cenários. Também deve observar a integração entre estoque, faturamento e contabilidade.

A nota fiscal eletrônica será essencial para registrar corretamente cada operação. Portanto, a empresa deve validar regras por tipo de movimento.

Além disso, indústrias devem revisar a cadeia de fornecedores. Afinal, documentos de entrada também podem influenciar o controle de créditos.

Nesse contexto, a contabilidade deve atuar de forma preventiva. Assim, a empresa evita inconsistências e melhora a qualidade das informações fiscais.

Transporte e documentos eletrônicos

Empresas de transporte também devem acompanhar a Reforma Tributária.

O CT-e e outros documentos eletrônicos podem exigir informações relacionadas à CBS e ao IBS. Por isso, transportadoras precisam verificar seus sistemas.

Além disso, operações de transporte envolvem clientes, tomadores, remetentes, destinatários e diferentes municípios. Como resultado, os dados fiscais precisam ser consistentes.

A empresa deve revisar cadastros de clientes e rotas. Também deve validar regras de emissão e integração com a contabilidade.

Assim, a transportadora reduz riscos operacionais. Além disso, evita problemas no faturamento e na escrituração.

Treinamento da equipe fiscal e administrativa

A adaptação à CBS e ao IBS não depende apenas de sistema.

A equipe também precisa entender as mudanças. Afinal, pessoas operam cadastros, emitem notas, analisam erros e conferem informações.

Por isso, o treinamento será essencial em 2026. A equipe fiscal deve saber quais campos observar. Além disso, deve entender quando acionar a contabilidade.

A equipe comercial também precisa ser orientada. Afinal, preços, contratos e condições de venda podem ser afetados pela transição.

O financeiro deve acompanhar os impactos nos documentos e relatórios. Assim, evita confusão entre valores informativos e valores financeiros.

Portanto, a empresa deve tratar a Reforma Tributária como um projeto interno. Dessa forma, todos os setores entendem seu papel.

Como criar uma rotina de conferência das notas fiscais

A empresa deve criar uma rotina de conferência para 2026.

Primeiro, é importante validar a emissão dos documentos fiscais. Depois, a equipe deve conferir se os campos da CBS e do IBS aparecem corretamente.

Também é necessário verificar se os dados chegam à contabilidade. Além disso, a empresa deve comparar relatórios do ERP com documentos emitidos.

Essa conferência não precisa ser complexa. Porém, precisa ser constante.

A empresa pode começar com amostras de notas fiscais. Em seguida, pode ampliar a análise para operações mais relevantes.

Também é recomendado acompanhar rejeições, alertas e inconsistências. Assim, a equipe corrige problemas antes que se tornem recorrentes.

Com essa rotina, a empresa reduz riscos. Além disso, melhora a qualidade dos dados fiscais.

Como preparar a empresa para a emissão em 2026

A preparação deve seguir um plano prático.

Primeiro, a empresa deve identificar quais documentos fiscais eletrônicos emite. Depois, deve verificar quais sistemas participam desse processo.

Em seguida, deve conversar com o fornecedor do ERP e do emissor fiscal. Essa etapa é importante para confirmar atualizações e prazos.

Depois disso, a empresa deve revisar cadastros fiscais. Também deve ajustar produtos, serviços, clientes, fornecedores e naturezas de operação.

Além disso, é necessário treinar a equipe. Afinal, a mudança não acontece apenas na tecnologia.

Por fim, a contabilidade deve acompanhar testes e conferências. Assim, os ajustes são feitos com base técnica.

Para aprofundar esse planejamento, acesse também Reforma Tributária em 2026 Para Empresas se Adaptarem.

Erros comuns na adaptação à CBS e ao IBS

Alguns erros podem dificultar a adaptação.

O primeiro é esperar a cobrança definitiva para agir. Esse comportamento aumenta o risco de atrasos e retrabalho.

Outro erro é depender apenas do fornecedor do sistema. Embora o software seja essencial, a empresa também precisa revisar processos internos.

Também é comum ignorar cadastros antigos. No entanto, cadastros desatualizados podem gerar erros em notas fiscais.

Além disso, muitas empresas não treinam a equipe. Como resultado, os colaboradores não sabem identificar falhas.

Outro erro é não envolver a contabilidade desde o início. Essa falta de alinhamento pode gerar inconsistências entre emissão e escrituração.

Portanto, a empresa deve atuar de forma preventiva. Assim, a transição fica mais segura.

O papel da contabilidade em 2026

A contabilidade terá papel estratégico na fase de testes.

Ela deve orientar a empresa sobre obrigações acessórias, documentos fiscais e impactos operacionais. Além disso, deve ajudar na interpretação das mudanças.

A contabilidade também pode revisar relatórios e identificar inconsistências. Dessa forma, ajuda a empresa a corrigir falhas antes que elas afetem a rotina fiscal.

Outro ponto importante é a análise de impactos. A Reforma Tributária pode afetar preços, contratos, créditos e margens.

Por isso, o contador não deve atuar apenas depois da emissão da nota. Pelo contrário, deve participar do planejamento da adaptação.

Assim, a empresa ganha mais segurança. Além disso, toma decisões com base em informações fiscais mais confiáveis.

Como a GWS Contabilidade pode ajudar

A GWS Contabilidade pode apoiar sua empresa na adaptação da CBS e do IBS nas notas fiscais eletrônicas em 2026.

Esse apoio começa pela análise da realidade da empresa. Depois, envolve revisão de processos, orientação sobre documentos fiscais e acompanhamento das mudanças legais.

Além disso, a GWS Contabilidade pode auxiliar na conferência das informações fiscais. Também pode orientar a integração entre ERP, emissão de notas e escrituração contábil.

A empresa também recebe apoio para entender os impactos na precificação. Assim, pode revisar margens e contratos com mais segurança.

Outro ponto importante é a prevenção de erros. Com uma contabilidade próxima, a empresa identifica riscos antes que eles gerem problemas.

Portanto, a GWS Contabilidade atua como parceira estratégica nesse período de transição. Dessa forma, a empresa se prepara melhor para o novo modelo tributário.

Por que agir agora é importante

Agir agora é importante porque a adaptação exige tempo.

Sistemas precisam ser atualizados. Cadastros precisam ser revisados. Equipes precisam ser treinadas. Além disso, processos precisam ser testados.

Quando a empresa deixa tudo para depois, o risco aumenta. Afinal, a emissão de notas fiscais faz parte da rotina diária do negócio.

Qualquer falha pode afetar faturamento, atendimento ao cliente e escrituração.

Por isso, 2026 deve ser usado de forma estratégica. Esse período permite testar, corrigir e organizar a operação.

Além disso, empresas que se adaptam antes tendem a sofrer menos com mudanças futuras. Assim, conseguem transformar uma obrigação fiscal em melhoria de gestão.

A CBS e o IBS nas notas fiscais eletrônicas em 2026 representam uma etapa prática da Reforma Tributária.

Nesse ano, as empresas deverão destacar os novos tributos nos documentos fiscais eletrônicos, conforme as regras aplicáveis. Além disso, precisarão revisar sistemas, cadastros, processos e rotinas contábeis.

Embora 2026 seja um período de testes, a adaptação deve ser levada a sério. Afinal, os dados gerados nesse momento ajudam a preparar a empresa para a transição gradual do novo modelo tributário.

Por isso, é essencial contar com uma contabilidade preparada. A GWS Contabilidade pode orientar sua empresa nesse processo, reduzir riscos e apoiar decisões mais seguras.

Assim, sua empresa entra na Reforma Tributária com mais organização, mais controle e mais confiança.

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